Quer variar a dieta do bichano? Descubra se o gato pode comer angu!

As rações Super Premium são as opções mais práticas de oferecer uma dieta nutritiva e balanceada para o bichano. No entanto, a alimentação caseira ganha cada vez mais adeptos. Com isso, vale aprender se o gato pode comer angu.

É importante saber que a comida para gato caseira deve ser prescrita por um médico-veterinário especializado em nutrição animal somente após uma criteriosa avaliação do bichano.

Além disso, ela deve ser seguida à risca pelo tutor, pois cada vez mais ocorrem casos de animais que comem esse tipo de alimentação com doenças nutricionais. Dito isso, entenda se o gato pode comer angu.

O que é o angu

O angu é um prato típico da culinária, principalmente nos estados de Minas Gerais e Bahia. Tem origem africana, feito com fubá (farinha de milho), água e sal, além de temperos. Após o cozimento, fica com a consistência de um mingau.

É bastante energético, tanto que, antigamente, era muito consumido por trabalhadores braçais. Sendo assim, possui muitas calorias (100 gramas têm 26,2% de carboidratos).

Angu e polenta são as mesmas coisas?

Há quem diga que angu e polenta são as mesmas coisas. A variação no nome ocorreria por motivos regionais. No Norte e no Nordeste do Brasil, esse mingau de farinha de milho é conhecido como angu. No Sul, como polenta.

Existem pessoas que afirmam que eles não são as mesmas coisas. Nesse caso, o angu é feito com a farinha de milho fina, e a polenta, com a mesma farinha, porém com granulometria maior (floculada), por isso ela seria mais consistente.

Angu ou polenta são feitos com a mesma base: a farinha de milho. O gato pode comer fubá, mas pensando do ponto de vista nutricional para os gatos, que são carnívoros estritos, os carboidratos não são interessantes.

Gato pode ou não comer angu?

Sim, o gato pode comer angu, pois o milho ou a farinha não é tóxico para a espécie. Porém, a quantidade de carboidratos é elevada, por isso, esse prato não é recomendado.

Também evite dar bolos e broas feitos com farinha de milho, pois a receita leva açúcar, que aumenta o risco para o desenvolvimento da diabetes e da obesidade.

Alimentação natural para gatos

Também chamada de alimentação caseira ou comida natural para gatos, essa modalidade ganha cada vez mais adeptos, por isso é importante saber promover uma dieta equilibrada e nutritiva para o bichano.

A dieta deve ser prescrita por um médico-veterinário especializado em nutrição animal, seguida conforme as orientações. Se notar qualquer problema, como perda ou ganho de peso, consulte-o novamente.

Se você está preocupado com a quantidade de comida para gato, fique tranquilo, pois o cálculo é baseado no peso atual do bichano e no gasto metabólico com as atividades diárias.

Dicas para iniciantes na alimentação natural

Embora a dieta natural seja prescrita por um veterinário, os iniciantes nessa modalidade podem ter algumas dúvidas básicas de como fazer comida para gato, como os utensílios e as medidas adequadas.

Mesmo parecendo ser fácil cozinhar em casa para o bichano, existem algumas regras que devem ser seguidas para a dieta prescrita pelo veterinário ser feita da forma correta.

Utensílios de cozinha

Você vai precisar de uma panela a vapor, uma frigideira, uma balança de cozinha, saquinhos ou potes plásticos para armazenar as refeições. Também é preciso ter um freezer ou um congelador para conservar as comidinhas.

Pense na quantidade de comida preparada, pois o espaço no freezer ou no congelador deve ser capaz de armazenar tudo pelo tempo necessário. A comida pode ser congelada por até três meses.

Como cozinhar para o bichano

Cada legume e verdura deve ser cozido separadamente. A proteína deve ser somente selada e grelhada rapidamente. Somente após isso, pese os ingredientes. Nunca faça isso quando estiverem crus.

No geral, os tubérculos cozidos e crus possuem o mesmo peso. Já a proteína perde 30% de peso no cozimento. As leguminosas dobram de peso. As verduras têm um leve aumento do peso. O gato pode comer angu, mas provavelmente o veterinário não irá prescrevê-lo.

Como realizar a transição da dieta antiga para a alimentação natural gradualmente

No início, faça um cardápio fixo para identificar possíveis intolerâncias aos ingredientes. A recomendação da introdução gradual do alimento seco também vale para a alimentação natural.

Comece adicionando de uma a duas colheres de sopa do cardápio novo ao alimento antigo, uma vez ao dia. Observe se ocorre alguma alteração gastrointestinal. No dia seguinte, ofereça a mesma quantidade duas vezes, e assim por diante, até trocar totalmente pela dieta nova.

O gato pode comer angu, mas essa não é a melhor opção de alimento para ele. Nas lojas da Petz, você encontra alimentos naturais e rações Super Premium para o bichano. Faça uma visita!

Petz

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