Indícios históricos mostram que os cachorros egípcios estão entre os mais antigos do mundo. Alguns desses animais mantêm as características originais até os dias atuais, enquanto outros deram origem a diversas raças.
Pinturas em paredes e tumbas, datadas até 3 mil anos a.C, elucidam a proximidade da civilização egípcia com os cães. Elas ilustram os animais com coleiras, passeando com seres humanos ou descansando ao lado de faraós.
Os tipos de raças oriundas do Egito são adaptadas ao clima quente e seco da região. Esses animais trabalhavam como cães de guarda, pastoreio ou caça, o que exige um desempenho físico vigoroso em temperaturas elevadas. Continue lendo para conhecer os principais representantes dos cachorros egípcios!
Ao ouvir o nome Cão do Faraó, ou Pharaoh Hound, já se imagina a origem desse animal. São dele as principais imagens encontradas no Egito, que mostram um cachorro magro com orelhas grandes voltadas para cima.
Até hoje, o Cachorro do Faraó egípcio carrega essas características, com uma pelagem curta e fina que varia de castanho-claro a castanho-escuro. Quanto ao temperamento, ele adora ter um contato próximo com a família. Além disso, a espécie evita a solidão, mas sem abrir mão da independência.
Sempre alerta, o cachorro também é rápido e tem bastante energia. Então, é essencial incluir exercícios físicos na sua rotina. Por ser brincalhão, ele é uma boa companhia para crianças e famílias que gostam de passear e praticar atividades com os pets.
Os cachorros egípcios da raça Basenji também são bem antigos. Os animais existentes atualmente são muito semelhantes aos retratados nas tumbas de faraós, mesmo com a seleção natural ocorrida ao longo de tantos anos.
A raça de cachorro Basenji é conhecida pela habilidade para a caça, por isso, os cães são bem alertas. Os animais são dóceis e leais ao tutor, mas exigem um grau de adestramento mais elevado por serem um pouco teimosos.
De porte pequeno a médio, esses animais são tímidos e reservados, preferindo manter a privacidade. Portanto, não espere muito entusiasmo do pet ao chegar em casa, como ocorre com outras raças. Mesmo assim, ele é carinhoso com a família.
O Basenji é inconfundível pela testa franzida e pelo rabo enrolado, além de uma particularidade única: ele não late! Nesse pet, as estruturas da laringe e as cordas vocais impedem a emissão de sons mais altos, como o latido.
Essa raça egípcia de cachorro, apesar de não ser reconhecida pela Federação de Cinofilia, inclui os principais cães de pastoreio da região. A origem não é totalmente esclarecida, mas pode ter surgido a partir do cruzamento entre animais da Europa e outros do Egito.
Esse cão é muito corajoso e destemido, além de ser brincalhão e cheio de energia. Dócil com outros animais e com pessoas, incluindo crianças, ele não deixa passar despercebido nenhum movimento, sendo muito observador. Além disso, aprende facilmente vários tipos de comandos.
O Armant, como também é conhecido, tem uma pelagem semilonga e áspera de variadas cores. Já as orelhas podem ser eretas ou caídas. Quanto ao peso, a raça pode chegar aos 30 quilos.
Enquanto o Pastor Egípcio é muito parecido com um SRD (sem raça definida), o Saluki é um dos cachorros egípcios com padrões mais bem-definidos, mesmo sendo uma das raças mais antigas do mundo.
Acredita-se que os faraós tinham preferência por essa espécie como cão de companhia ou trabalho devido ao porte e à aparência majestosa. Considerado nobre, o animal tinha como principal atividade a caça, por ser extremamente rápido e preciso na captura de presas.
Quanto ao temperamento, são animais sensíveis, mas desconfiados. Eles precisam de um período de socialização e adestramento para um bom convívio com estranhos, mesmo sendo muito fiéis aos tutores. Apesar de serem independentes e teimosos, sofrem muito quando ficam sozinhos.
Esse não é especificamente um cachorro de raça egípcia pura. Assim como no Brasil existem os vira-latas ou SRDs, no Egito há os cães de rua ou cães Baladis, como também são conhecidos. Eles descendem de misturas entre as raças Saluki e Cão do Faraó, sendo alguns dos mais numerosos no país hoje.
A grande maioria tem orelhas grandes e eretas, pelagem curta e cor amarronzada. Também pode haver manchas pretas ou brancas, além de outras características derivadas do cruzamento entre diversas raças.
Devido às condições de vida, o Baladi pode ser um animal bem desconfiado. Mesmo assim, se for bem socializado e receber cuidado e atenção, ele se torna um pet de companhia carinhoso e fiel.
Os cachorros egípcios estão na lista dos cães mais antigos de que se tem notícia. Várias raças comuns no Brasil, inclusive, são oriundas desses animais. Se você tem curiosidade de conhecer outras raças de cães, continue explorando o blog da Petz!
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