axalote
O que é, o que é: é conhecido como “monstro aquático”, mas parece personagem de desenho animado; chega à fase adulta, mas ainda com características de quando era larva? Estamos falando do axolote!
Também conhecido como axolotl ou axolotle, o Ambystoma mexicanum vem ganhando popularidade entre os apaixonados pela fauna aquática. Se você ainda não conhece ou sabe pouco sobre esse pet simpático, confira as sete curiosidades que separamos sobre o axolote.
Além de “monstro aquático”, uma das alcunhas mais famosas para os axolotes é “peixe que anda”. Mas, saiba que esses bichos pertencem a uma classe diferente: a dos anfíbios.
Isto é, a mesma de sapos e pererecas. Na verdade, os axolotes são um tipo de salamandra. Ou seja, eles fazem parte da ordem de anfíbios caudados e com aparência de lagarto.
Por isso, pode ser que você tenha conhecido esse bichinho peculiar sob o nome de salamandra axolotl.
Bastante antigo, o axolote é original do México e está presente no país desde antes da chegada dos espanhóis. Tanto é, que ele faz parte da mitologia local, e seu nome é prova disso!
Reza a lenda que esse animais marinhos diferentes seriam a reencarnação do antigo deus asteca Xolotl, responsável pelo fogo e pela iluminação.
Descrito como um deus com esqueleto de homem e cabeça de monstro. Não à toa, sua figura lembra muito a de uma salamandra aquática com brânquias externas.
Em biologia, a neotenia é um fenômeno caracterizado por quando uma espécie mantêm suas características larvais mesmo depois de chegar à fase adulta.
Lembrando que os axolotes são uma espécie de salamandra, o normal é que os animais dessa ordem se desenvolvam na água, tornando-se terrestres após a metamorfose.
Os axolotes, contudo, até podem passar por essa mudança. Mas, em geral, permanecem a vida toda com características típicas do estado larval da salamandra, como brânquias externas e barbatana caudal.
Os únicos animais vertebrados capazes de se regenerar, as salamandras sempre chamaram a atenção de cientistas ao redor do mundo. Nesse sentido, os axolotes se destacam ainda mais!
Entre suas “habilidades”, estão a capacidade de se recuperar de feridas sem deixar cicatriz. A regeneração de extremidades amputadas, e a reparação completa da medula espinhal em caso de lesões.
Ao identificar as sequências genéticas responsáveis pela regeneração dos axolotes, cientistas acreditam que, no futuro, eles poderão contribuir com a medicina humana.
Mais uma prova de que não é de hoje que os axolotes despertam a curiosidade pode ser vista no mundo das artes. Graças à inclusão desses anfíbios em murais do pintor Diego Rivera, e em textos do poeta Octavio Paz, eles se tornaram verdadeiros símbolos do México.
Em 1956, o escritor argentino Julio Cortázar escreveu um conto inspirado nos axolotes.
Atualmente, o lago Xochimilco, na Cidade do México, é o único lugar do mundo onde é possível encontrar axolotes “selvagens”. E, mesmo assim, em pouca quantidade.
De acordo com um censo realizado de 1998 a 2008, em 1998, o lago contava com uma população de seis mil axolotes. Esse número já havia caído para mil em 2003, e para 100 em 2008.
Os pesquisadores apontam que as principais ameaças para a espécie são a poluição da água e a introdução de espécies, como carpas e tilápias, no lago Xochimilco.
Já em relação aos parâmetros da água, o ideal é que ela tenha temperatura entre 16°C e 20°C, e faixa de pH entre 6.5 e 8.0. Os axolotes são muito sensíveis a substâncias tóxicas, por isso, tenha um bom sistema de filtragem e evite pegá-los nas mãos.
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