Você já ouviu falar de “Alzheimer” canino? A doença muito conhecida e até temida entre seres humanos também pode acometer os pets, mas de uma forma um pouco diferente. Na verdade, trata-se da Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC).
O “Alzheimer canino” não é um termo científico, apenas uma forma que muitos responsáveis de pets se referem a SDC, pelas semelhanças entre os sintomas das duas condições. O cão pode começar a apresentar sinais como desorientação, andar compulsivo, choro frequente, mudanças do comportamento e na rotina do sono.
É uma condição especialmente comum em cachorros idosos e merece atenção dos tutores. Confira, a seguir, tudo o que você precisa saber sobre o “Alzheimer canino”.
Quando falamos de “Alzheimer” em cães estamos falando, na verdade, da Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC). Ela é comumente chamada de Alzheimer pela população, justamente por trazer sintomas muito semelhantes aos originados pela doença em humanos. Entretanto, não é o termo utilizado pelos médicos-veterinários.
Nos pets, a SDC afeta o sistema nervoso central, trazendo o declínio das funções cerebrais. Entretanto, há muitos mistérios em relação ao “Alzheimer” canino, como o porquê dele acontecer e se há alguma predisposição genética para a doença.
O que se sabe, de fato, é que a condição afeta principalmente os cães idosos, trazendo alterações comportamentais consideráveis. Muitas vezes os sintomas são confundidos com “mudanças naturais da idade”, como um cão chorando ou mais esquecido.
Estar atento aos sintomas é fundamental para diagnosticar precocemente a condição, o que vai impactar diretamente no sucesso do tratamento. Infelizmente, o SDC não tem cura, mas com acompanhamento de um médico-veterinário e cuidados extras por parte do tutor, é possível que o pet tenha uma vida mais tranquila.
Quando falamos de “Alzheimer” canino, os sintomas mais comuns costumam incluir:
Em quadros de “Alzheimer” canino avançado, o cachorro pode até ter dificuldade nas tarefas mais simples da rotina. Nesse caso, alguns sintomas podem aparecer, como:
Ao notar qualquer um desses sinais no seu cão, é essencial levá-lo até o médico-veterinário para que sejam realizados exames e um acompanhamento mais profundo do caso. Além de serem sintomas da SDC, esses sinais também podem indicar outras doenças que precisam de investigação e tratamento.
O diagnóstico de “Alzheimer” canino é feito, principalmente, pela análise dos sintomas e pelo exame físico neurológico, realizados pelo médico-veterinário. Por isso, é fundamental que o tutor dê o máximo de detalhes ao profissional, para que haja um melhor entendimento da situação.
Mas alguns exames de imagem também são solicitados neste momento, como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética. Nesse caso, é possível detectar algumas alterações cerebrais no animal que auxiliam na análise do paciente e podem descartar ou diagnosticar outras doenças associadas.
De maneira geral, a forma mais segura de ter o diagnóstico da SDC em cães é excluindo a possibilidade de outras doenças, que podem ter sintomas semelhantes, como tumores cerebrais.
Com o diagnóstico de “Alzheimer” canino (ou, em termos científicos, a SDC), muitos tutores podem se assustar. Porém, é preciso ter calma nessa hora. O diagnóstico da doença não é uma sentença de morte.
Apesar da SDC não ter cura, existem alguns passos que você pode ter para melhorar a qualidade de vida do seu pet, além de retardar o avanço da doença.
O médico-veterinário deve recomendar os principais tratamentos para o caso do seu cachorro em específico. Mas, de maneira geral, é possível apostar em:
É fundamental lembrar que qualquer remédio, suplementação e alteração na dieta deve ser prescrito e recomendado por um médico-veterinário. Se o tutor tentar medicar o pet sozinho, além de provavelmente não alcançar o resultado desejado, pode piorar o quadro — já que, na quantidade errada, muitos medicamentos podem causar efeitos indesejados e até intoxicação.
Além do diagnóstico da SDC e do tratamento prescrito por profissionais, lidar com cachorro com “Alzheimer” no dia a dia pode ser um desafio. Afinal, o ambiente e a rotina da família devem ser adaptadas para garantir a segurança do pet.
Para começar, uma dica importante é manter os comedouros, camas e brinquedos sempre no mesmo lugar. Mudá-los de localização com frequência só vai confundi-lo ainda mais, aumentando o risco dele passar sede ou, ainda, prender o xixi por não encontrar o tapete higiênico.
Você também deve tirar do alcance objetos pontiagudos ou cortantes, que podem machucar o cachorro. Remova também móveis ou qualquer adereço de decoração que possa atrapalhar o caminho do animal. Por estar mais desorientado, ele pode bater em um desses obstáculos e se ferir.
Tapetes antiderrapantes são uma boa pedida. Mesmo em casos de cães idosos sem demais doenças, isso irá ajudá-los na movimentação pela casa, evitando riscos de acidentes. Por fim, tente manter o ambiente calmo, sem barulhos altos ou movimentações exageradas que podem estressar o animal — principalmente no período da noite.
São grandes mudanças, mas com paciência e muito amor, o seu cachorro poderá viver feliz e ter uma rotina estimulante!
Infelizmente, não existe nada que o tutor possa fazer para evitar o “Alzheimer” no cachorro. Contudo, ações que mantenham a saúde física e mental do animal em dia são sempre bem-vindas. Com isso em mente, todo tutor de cachorro deve apostar nas seguintes medidas:
O “Alzheimer” canino é uma realidade que preocupa diversos tutores, mas existem muitos meios de retardar o avanço da doença. A principal forma é manter uma rotina de check-ups com o médico-veterinário. Para isso, o Centro Veterinário Seres está à disposição. Marque já a sua consulta!
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