como adestrar aves
Não existe somente um albatroz. Na verdade, esse nome é dado para 22 espécies de aves com características muito semelhantes. Elas não gostam muito do ser humano; por isso, interagem pouco com as pessoas.
Alguns dados sobre esse animal são dignos do Guinness Book. Ele é considerado uma das maiores aves voadoras do mundo, com uma envergadura que pode chegar a 3,5 m no albatroz-gigante. Ficou curioso? Continue a leitura para saber mais sobre os albatrozes!
Das 22 espécies de albatroz, dez podem ser vistas em território brasileiro. Isso não significa que elas só fiquem no país: na verdade, essa ave migratória costuma ter filhotes em ilhas distantes do Hemisfério Sul e na Antártida.
Em certas épocas do ano, como no inverno, o pássaro dá o ar da graça na região Sul do país. A ave escolhe ficar nessa parte do Brasil devido à semelhança com o clima do extremo sul do planeta.
Contudo, não basta o tempo frio para que o pássaro apareça nos céus brasileiros. Além disso, deve haver muitos ventos. A explicação é que essas aves marinhas são espertas. Elas gastam pouca energia voando, pegando carona nas correntes de vento para planar.
Essa ave não costuma voar perto da costa, pois se alimenta em alto-mar. Dessa forma, para ver uma das dez espécies que passam pelo Brasil, é preciso se aventurar. Mas já vale ressaltar, caso você esteja procurando por um albatroz dourado: não existe nenhuma espécie do tipo na natureza..
Para ter o prazer de ver essa ave gigante em pleno voo, é preciso sair da terra firme e pegar um barco para observá-la, sendo comum vê-la próxima a embarcações pesqueiras
Caso você queira ver um albatroz filhote voando com os pais, pode ser ainda mais difícil. Os pássaros mais jovens demoram em torno de 280 dias para começar a voar e se aventurar fora do ninho.
Aqui vai uma das curiosidades sobre o albatroz: como os recursos em alto-mar estão se tornando cada vez mais escassos devido à sobrepesca , esse pássaro aprendeu que as embarcações de pesca “atraem” peixes para perto. Infelizmente, é comum que eles se machuquem na tentativa de capturar os peixes perto dos navios pesqueiros, levando muitas aves à morte.
Por isso, o Projeto Albatroz foi criado em 2015, com objetivo de ensinar pescadores brasileiros a continuarem pescando os peixes, sem afetar as aves.
Isso é importante não só para preservar a vida das aves, mas também para manter toda a cadeia produtiva. A principal alimentação do albatroz são os peixes. Além disso, as excretas dos pássaros alimentam pequenos organismos que servem de alimento para os próprios peixes.
Outra curiosidade é que o albatroz utiliza as correntes de vento em favor próprio. Por isso, a ave é capaz de voar por muitos quilômetros em um único dia, sem parar para descansar.
Como algumas espécies são rastreadas por cientistas, hoje se sabe que um albatroz é capaz de voar de 500 km a 800 km por dia atrás de comida, somente usando a força do vento, ou seja, batendo as asas bem pouco para se locomover.
Todos sabem que não se deve beber a água do mar devido ao alto teor de sal. Mas os albatrozes não têm esse problema. Afinal, o mar é o lar dessa ave. Por isso, a natureza desenvolveu um bom esquema de dessalinização de sangue nesses pássaros, que podem beber a água do mar sem se desidratar.
O jeito que o pássaro realiza essa façanha é bem simples: o mineral sai do sangue por transporte ativo e vai para um canal que desemboca na glândula de sal, acima dos olhos da ave, que libera um líquido rico com esse elemento. Assim, o albatroz não fica intoxicado.
Agora o assunto fica mais sério: um ato descuidado pode matar o albatroz e muitos outros animais. Sacos plásticos jogados na rua podem ser levados até o mar pela água da chuva, e os animais aquáticos podem confundi-los com comida.
A ONG (organização não governamental) Oceana reportou um sério problema decorrente desse gesto impensado. Entre 2015 e 2019, dos 29.010 animais encontrados mortos na costa brasileira, 3.725 tinham algum detrito de poluição no corpo.
Desses animais, 13% morreram pela ingestão dos detritos, e 85% deles estão ameaçados de extinção. Caso você ainda não esteja convencido da gravidade desse problema, aqui vai mais um dado alarmante: a comunidade científica tem encontrado vestígios desses plásticos também no ser humano.
No mar, o plástico não se degrada, mas vai se desfazendo em micropedaços. Esses microplásticos são ingeridos por animais, como peixes e crustáceos. Eles, por sua vez, param nas mesas das pessoas, que também os ingerem. Como resultado, o microplástico já foi detectado no leite materno, no sangue e nos pulmões de seres humanos.
Apesar das tristes notícias, muitas pessoas estão envolvidas em cuidar do albatroz e de outros animais. Faça sua parte e cuide do seu lixo! Já para alimentar seus pets, adquira apenas produtos certificados, como os disponíveis nas lojas da Petz.
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